quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

AMPS – Da fascinação ao esquecimento

AMPS (do inglês Advanced Mobile Phone System) foi a primeira geração de sistemas celulares, formada por sistemas analógicos (que só permite a transmissão de voz). Quem não se lembra dos tijolôes, aqueles celulares medonhos, primeiro a Motorola depois Nokia e Nec. Além de serem aparelhos enormes, consequetemente pesados, a bateria tinha também suas proporções exagedas e com uma durabilidade de carga muito reduzida, mas é bom saber, que pra aquela época era o equipamento mais compacto em se tratando de comunicaçõa sem fio, ja existiam outros equipamentos com esse tipo de finalidade, porém eram bem maiores e com muito, mais muito mais restrições. Lembro como se fosse hoje, quando eu vi os primeiros, as pessoas usando, eu ficava fascinado, como pode um “aparelhin tão pequeno” fazer com que nos comuniquemos com pessoas que estão tão distante e o melhor, com uma mobilidade nunca vista para estes tipos de aparelhos. Os primeiros que vi foram o Motorola PT 550 e o Nokia 232, eram fantasticos, o PT nem trocar o som de campahia nao trocava, era somente aquele som extridente, relógio? Nem em sonho. Ja o Nokia tinha mais vantagens, trocava o som da campahia, tinha agenda, mas tudo de maneira bem primária.



A comunicação era feita de forma semelhante aos rádios de comunicação que os orgão púlicos usam, tipo a policia, bombeiros, e algumas empresas privadas. Mas com a diferença de que a comunicação era full duplex, ou seja, ambas as pessoas emvolvidas na conversa podiam falar e escutar a mesmo tempo.

O funcionamento era da seguinte forma: no momento que o usuário ligava o aparelho ele fazia uma verificação geral e ativava seu receptor, trabalhando numa frequência de 800 Mhz, pertencente a tal da BANDA A (na época era empresa do governo, que preferiu usar o mesmo sistema adotado nos EUA), verificando se encontrava algum sinal de alguma operadora no ar, sinal esse que era uma frequencia fixa, chamada de Canal de Operação, toda ERB tinha seu próprio canal de operação, quando encontrava esse canal de operação, calibrava o seu tranmissor para transmitir em uma frequência de 45 MHz acima da encontrada e enviava um sinal chamado SAT, para se registrar no sistema daquela operadora, este sinal enviava informações sobre o assinante, como , número de série, área pertencente, número da linha do cliente. Depois de tudo verificado e estanto ok, era enviado em sinal chamado de ST no intervalo de 0,5 segundos, para indocar para o sistemas celular que o aparelho estava ligado e em funcionamento. Apartir desse momento o aparelho estava completamente apto a receber e realizar chamadas.

Com a chegada de tecnologias Digitais, de alta performace, nosso Amigo Amps Foi sendo esquecido e até ser totalmente desativado aqui no Brasil. Hoje não existe no Brasil nenhuma ERB analógica ativa.

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